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9 de dezembro de 2015

Filmes que são melhores que os livros

 
Eeee o blog está de volta 0/
Primeiramente, gostaria de pedir desculpa pela ausência e pela inativação do blog sem aviso prévio. Mas a questão é que eu tive que me mudar e todo o processo de mudança foi bem atípico pra mim e a nova rotina estava me deixando impossibilitada de fazer muitas coisas e isso incluiu arrumar tempo pra escrever no blog. Não achei que precisaria desativar o blog como ocorreu, então o caso é que fui tão pega de surpresa quanto vocês. Maaas, agora espero voltar com o blog regularmente e aos poucos ir adicionando algumas novidades por aqui pra vocês :D 

Durante este tempo fora, fiquei pensando que tinha muitos filmes que eu gosto e que tem muito mais potencial do que os próprios livros em si. É claro que este post é totalmente baseado na minha opinião e sei que muitos podem discordar dela, mas acho que vale a pena mostrar que nem sempre acontece como diz no famoso bordão "o livro é sempre melhor que o filme". Então, achei que valia a pena compartilhar um pouco dessa minha preferência com vocês. Vamos lá?



1. Um amor pra recordar


Esse é queridinho de muitos. Um amor para recordar é um livro escrito por Nickolas Sparks e é só mais um dos títulos muito famosos do autor. Maas, na minha visão, o livro é um tanto quanto boring... O casal principal é simplesmente muito chato. O casal é tão chato que o livro não chega a ter 300 páginas de tão sem assunto que é e, pra mim foi uma luta acabar, sinceramente. Obviamente, eu vi ao filme antes de ler o livro então minha expectativa ao ler o livro já estava bem elevada pois acho o filme um dos mais lindos que tem, cheio de história pra contar, mostra uma verdadeira lição de vida pra todos que assistem. Então, quando li o livro e não encontrei nada disso, foi uma verdadeira decepção.


28 de abril de 2015

A dose de coragem e gentiliza



Primeiramente, gostaria de de explicar alguns vácuos de post que tiveram aqui no blog, então se você estiver interessado no que ocorreu é só continuar comigo nesse parágrafo aqui, senão pode pular ali pra baixo onde começa o post de verdade haha. Recentemente estive em um período de provas na faculdade e, não consegui atentar com as minhas responsabilidades no blog, não consegui nem deixar alguns posts programados devido a mera correria do mês. Espero que entendam e que esse mês que vem chegando planejo compensar vocês com os posts regulares por aqui. Dito isso vamos ao post de hoje!



Há algumas semanas, eu e minha irmã ( Thaís Antunes, colaboradora aqui do blog), resolvemos ir assistir, depois de muito tempo de ter sido lançado, o tão esperado filme da Disney: Cinderela!
Estive com um pé atras com esse filme desde o lançamento do trailer do filme pois o trailer não aparentou ser convidativo, principalmente pelo fato do elenco não possuir muitas faces conhecidas.




A primeira coisa que penso quando vejo que alguma produtora vai fazer um remake de um clássico é: o que eles vão trazer de diferente? Afinal, todos nós, conhecemos a história original. E quando pensamos na Disney sendo responsável pela produção, também pensamos em inovação.
Sendo bem sincera, se tratando de um clássico como Cinderela, eu esperava assistir algo que fosse feito na linha de Malévola, que por sinal, só tenho elogios. Gostaria que tivessem inovado na história, trazido algo diferente para o publico, e não mais do mesmo. Sejamos sinceros, se tenho oportunidade de escolher entre o original e o remake, qual você escolheria? Mesmo o original sendo em animação, eu fico com a animação, pois, este sim é um clássico!




Não acho que foi uma estratégia boa trazer este filme após o lançamento de Malévola, pois querendo ou não, é difícil evitar a comparação entre os dois remakes, que são completamente opostos, não somente pelo enredo como pelo propósito aparente.
Não estou desmerecendo aqui o nível da produção, que por sinal foi muito bom. O figurino do elenco estava simplesmente impecável, os efeitos feitos durante a transformação da clássica cena da abóbora virando uma linda carruagem e tudo que ela engloba, isso ninguém pode questionar!



O enredo trouxe apenas algumas cenas "extras", explicando algumas coisas em relação a família de Cinderela, bem como a morte de seu pai e como lhe surgiu o nome de Cinderela propriamente dito. Mas de tudo que ocorre no filme inteiro a única coisa que nos marca mesmo é a frase de efeito adotada pelo personagem da protagonista, que nos diz que devemos sempre ter coragem e sermos gentis.




Ao fim do filme, percebi que realmente o trailer mostra muito bem que o filme não vai nos surpreender e nos fazer querer assisti-lo de novo. A minha experiência com o filme só não ficou totalmente comprometida pois fui ao cinema com mais vontade de assistir ao curta de Frozen que passa antes do que o filme propriamente dito.

Essa foi minha opinião sobre o que vi, pessoal! Mais alguém concorda comigo? Não esqueça de deixar seu comentário!

29 de julho de 2014

Filme: A onda



Aqui estou pra falar, dessa vez, um pouco sobre filmes. Este é um filme, um pouco antigo, mas simplesmente com um tema que, acredito, que sempre será atual.
Indico este filme pra que gosta de assistir filmes que envolvem temas políticos, reflexão e drama.
Antes de falar um pouco dele vamos a algumas informações básicas.

Características


Título traduzido: A onda

Título original: Die Welle
Origem: Alemanha
Ano de lançamento: 2009
Gênero: Drama


Sinopse:  Em uma escola da Alemanha, alunos tem de escolher entre duas disciplinas eletivas, uma sobre anarquia e a outra sobre autocracia. O professor Rainer Wenger é colocado para dar aulas sobre autocracia, mesmo sendo contra sua vontade. Após alguns minutos da primeira aula, ele decide, para exemplificar melhor aos alunos, formar um governo fascista dentro da sala de aula. Eles dão o nome de "A Onda" ao movimento, e escolhem um uniforme e até mesmo uma saudação. Só que o professor acaba perdendo o controle da situação, e os alunos começam a propagar "A Onda" pela cidade, tornando o projeto da escola um movimento real. Quando as coisas começam a ficar sérias e fanáticas demais, Wenger tenta acabar com "A Onda", mas aí já é tarde demais.
fonte: adorocinema.com


Um pouco da minha visão (contém spoiler)


O filme não é longo, mas posso dizer que em pouco tempo consegue mostrar como ocorre a disseminação de uma ideia quando esta é compartilhada por um grupo.

Uma frase em especial me chamou atenção: O que falta para nossa geração é um objetivo comum para nos unir.
Realmente, essa frase explica muito sobre o passado mas também sobre os dias atuais, ou seja, é uma questão de identidade. A união só ocorre quando as pessoas tem um objetivo comum, fato que pode ser visto pelos distintos grupos formados na sociedade. Tal união pode ocorrer a favor de questões pacíficas ou não. No caso do filme, como queriam demonstrar autocracia, nota-se que levaram o grupo a movimentos não pacíficos, mas sim autoritários.
O filmes mostra questões muito relevantes sobre a sociedade, e principalmente pelo fato de ser baseado em uma história real, me fez questionar sobre até que ponto nós como cidadãos estamos desejando nos identificar ou nos encaixar em algum lugar para termos certeza de que pertencemos a algum lugar...

Se você ficou interessado em assisti-lo, o filmes está disponível para assinantes do netflix.com
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