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28 de janeiro de 2015

Filmes para ver no fim de semana #2



Ainda estamos no meio da semana mas tenho certeza de que tem muita gente não vendo a hora de chegar logo o fim de semana, não é mesmo? Se você acha que filmes é uma boa pedida pra passar o tempo, confira as dicas de filme que separei para assistir no fim de semana!



Julie e Julia


Ano de lançamento: 2009
País de origem: EUA
Título original: Julie & Julia
Gênero: Drama, Comédia


Sinopse: 1948. Julia Child (Meryl Streep) é uma americana que passou a morar em Paris devido ao trabalho de seu marido, Paul (Stanley Tucci). Em busca de algo para se ocupar, ela se interessou por culinária e passou a apresentar um programa de TV sobre o assunto. Cinquenta anos depois, Julie Powell (Amy Adams) está prestes a completar 30 anos e está frustrada com a vida que leva. Em busca de um objetivo, ela resolve passar um ano cozinhando as 524 receitas do livro de Julia Child, "Mastering the Art of French Cooking". Ao longo deste período Julie escreve para um blog, onde relata suas experiências.
fonte: www.adorocinema.com



Minha opinião

É o filme ideial para aqueles dias que você não sabe o que ver, não é um romance, mas a doçura está presente em todo o filme. Este é o tipico longa que você torce pelas Julie pra que ela consiga realizar seus objetivos. Sem contar a fotografia do filme que é excelente, quem é que não gosta de cena de um belo banquete?

Garota Exemplar


Ano de lançamento: 2014
País de origem: EUA
Título original: Gone Girl
Gênero: Suspense


Sinopse: Amy Dunne (Rosamund Pike) desaparece no dia do seu aniversário de casamento, deixando o marido Nick (Ben Affleck) em apuros. Ele começa a agir descontroladamente, abusando das mentiras, e se torna o suspeito número um da polícia. Com o apoio da sua irmã gêmea, Margo (Carrie Coon), Nick tenta provar a sua inocência e, ao mesmo tempo, procura descobrir o que aconteceu com Amy.
 fonte: www.adorocinema.com

Minha opinião

Um filme muito bem feito, cativante e te prende do início ao fim, te deixando curioso para descobrir o porquê dos fatos que ocorrer no decorrer do filme. A atuação da protagonista Rosamund Pike é realmente de tirar o chapéu, não é a toa que foi indicada ao Oscar como melhor atriz, não é mesmo? 
Não cheguei a ler o livro que originou o filme, então acho que tento a visão só do filme fica muito mais fácil de gostar pois não fiquei fazendo comparações entre o filme e o livro na minha cabeça enquanto assistia.
E aí, pessoas? Gostaram das sugestões? Já viram algum desses filmes? Me contem tudo nos comentários e, se quiser, fique à vontade para deixar sugestões de filmes pra mim também, vou adorar saber.

22 de janeiro de 2015

Série: My Mad Fat Diary



Comecei meu vício por séries assistindo a séries teen americanas, mas atualmente tenho criado um amor também pelas séries britânicas e, se não estou enganada, My Mad Fat foi a primeira série britânica que assisti por indicação de uma amiga. My Mad Fat Diary é uma série britânica que estreou sua primeira temporada em Janeiro de 2013 e até o momento teve apenas duas temporadas no total, já finalizadas. Ela é baseada em um livro chamado My May, Mad Teenage Diary.
A história já tem um primeiro diferencial de cenário pois se passa no fim da década de 80 e começo da década de 90, o que significa: sem celular, internet zero, nada de whatsapp, envio de cartas de amor e muito mais saídas em grupo apenas para colocar o papo em dia.
Toda série tem um enredo que abordam alguns temas que refletem problemas da sociedade seja ele drogas, violência urbana, etc. Nesta série a protagonista, Rae, desenvolve toda a dinâmica de abordagem de questões polêmicas, pois ela é uma adolescente de 16 anos que tem um enorme problema de autoaceitação e consequentemente, autoestima devido aos seu problema com a balança. Rae quer ser uma garota comum, que sai com os amigos, que se diverte, que namora, que é feliz, porém tem dificuldade de reconhecer a si mesma desta forma, até mesmo de dizer para si mesma que ela é bonita.
A história se inicia quando Rae recebe alta do hospital psiquiátrico e vai poder voltar a sua rotina escolar contanto que siga tendo sessões de terapia, o problema é que ninguém além de sua mãe sabe que ela passou as férias todas em um hospital psiquiátrico, fato que ela quer manter escondido, dessa forma, ninguém sabe quão frágil está o estado mental de Rae.
No entanto, Rae vive na sombra da sua melhor amiga, que é popular e com cara de modelo de capa de revista, que faz com que Rae conheça novas pessoas, e tudo o que ela pede a Rae é que ela seja normal!


A protagonista está determinada a iniciar uma nova fase em sua vida e ser uma adolescente comum, fazendo novos amigos Rae se depara diante de situações novas onde se decepciona ou até mesmo cresce, fazendo com que ela seja posta à prova.


Neste contexto, Rae ainda tem que conviver com a mãe solteira que também tem problemas com seu próprio peso, buscando sempre dietas malucas para tentar emagrecer, apesar de amar a filha a compreende pouco.
A série traz personagens com personalidades muito distintas mas quando analisadas juntas, se tornam uma unidade completa. Esta é uma série que te faz rir com a Rae que é muito bem humorada apesar dos seus problemas, uma trilha sonora incrível de artistas dos anos 90 como Oasis, um ótimo ambiente retrô e o verdadeiro valor de amizade.


As séries britânicas, como esta, abordam vários problemas muito mais profundos como abandono, autoestima, drogas, álcool, etc entre os jovens muito melhor do que qualquer outra série americana que já vi de mesmo estilo, a construção do personagem é muito mais intensa e real aos meus olhos e, é claro falta muito disso para as produções brasileiras.
My Mad Fat Diary já tem confirmação de renovação de contrato para uma terceira temporada. YAY!
Então se você ficou curioso com esta série, dá uma conferida nela que dá tempo de ver tudo, primeira e segunda temporada, antes de estrear a terceira!!
Quer ficar por dentro das novidades? Então acompanhe a fanpage da série pelo facebook clicando aqui!

29 de julho de 2014

Filme: A onda



Aqui estou pra falar, dessa vez, um pouco sobre filmes. Este é um filme, um pouco antigo, mas simplesmente com um tema que, acredito, que sempre será atual.
Indico este filme pra que gosta de assistir filmes que envolvem temas políticos, reflexão e drama.
Antes de falar um pouco dele vamos a algumas informações básicas.

Características


Título traduzido: A onda

Título original: Die Welle
Origem: Alemanha
Ano de lançamento: 2009
Gênero: Drama


Sinopse:  Em uma escola da Alemanha, alunos tem de escolher entre duas disciplinas eletivas, uma sobre anarquia e a outra sobre autocracia. O professor Rainer Wenger é colocado para dar aulas sobre autocracia, mesmo sendo contra sua vontade. Após alguns minutos da primeira aula, ele decide, para exemplificar melhor aos alunos, formar um governo fascista dentro da sala de aula. Eles dão o nome de "A Onda" ao movimento, e escolhem um uniforme e até mesmo uma saudação. Só que o professor acaba perdendo o controle da situação, e os alunos começam a propagar "A Onda" pela cidade, tornando o projeto da escola um movimento real. Quando as coisas começam a ficar sérias e fanáticas demais, Wenger tenta acabar com "A Onda", mas aí já é tarde demais.
fonte: adorocinema.com


Um pouco da minha visão (contém spoiler)


O filme não é longo, mas posso dizer que em pouco tempo consegue mostrar como ocorre a disseminação de uma ideia quando esta é compartilhada por um grupo.

Uma frase em especial me chamou atenção: O que falta para nossa geração é um objetivo comum para nos unir.
Realmente, essa frase explica muito sobre o passado mas também sobre os dias atuais, ou seja, é uma questão de identidade. A união só ocorre quando as pessoas tem um objetivo comum, fato que pode ser visto pelos distintos grupos formados na sociedade. Tal união pode ocorrer a favor de questões pacíficas ou não. No caso do filme, como queriam demonstrar autocracia, nota-se que levaram o grupo a movimentos não pacíficos, mas sim autoritários.
O filmes mostra questões muito relevantes sobre a sociedade, e principalmente pelo fato de ser baseado em uma história real, me fez questionar sobre até que ponto nós como cidadãos estamos desejando nos identificar ou nos encaixar em algum lugar para termos certeza de que pertencemos a algum lugar...

Se você ficou interessado em assisti-lo, o filmes está disponível para assinantes do netflix.com
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